terça-feira, 30 de junho de 2009

We only said goodbye with words ...


Teoricamente há uma sequência natural e racional para os fatos que nos cabem.

Mas me sinto persistente em histórias descronológicas e irracionais, que talvez persistam justamente pelo contexto ser sempre o mesmo, passam meses e continuamos "na mesma vida sempre igual''. Que tipo de vida então devemos ter, pra que tudo seja diferente?


Como já disse, saudade dói. Acostumar-se com alguém e de repente não ter mais dói.

Reverter alguma parte do passado, voltar algumas páginas, ter dito sim ao invés de não .... Mudaria algo? Independente, temos que tomar decisões. Nem sempre acertamos, nem sempre seguimos a lógica. Às vezes tudo que queremos é sossegar o coração ... Já em outras, nos proteger. E por que, mesmo quando agimos com tanta coerência, tudo ainda permanece difícil?


Sinto sua falta.

É uma pessoa especial demais, mas no momento nada posso fazer por você e muito menos por nós.


"Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar/Tô me guardando pra quando o carnaval chegar/Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando e não posso falar/Tô me guardando pra quando o carnaval chegar".